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Mulheres com parto vaginal têm maior risco de incontinência urinária

March 28, 2014

As mulheres que têm um parto vaginal estão expostas a um maior risco de padecer incontinência urinária (IU) no primeiro ano a partir do pós-parto que aquelas que foram submetidas a uma cesariana. Mas ao revisar só a prevalência da IU moderada a grave, os resultados ao ano são similares em ambos os grupos, conforme descobriu a equipe do doutor Shiow-Ru Chang, da Universidade Nacional de Taiwan, Taipei. "Os médicos devem saber que o parto natural é uma grande carga para o assoalho pélvico", indicou o doutor Guri Rortveit, que revisou o estudo de Chang para a Reuters Health. "Outros estudos não tinham conseguido identificar o grupo de risco que deveria receber uma orientação especial. Agora, os médicos deveriam tomar consciência de tudo isto e promover os exercícios pélvicos como um método de prevenção e tratamento da IU", afirmou.

 

O medo a padecer IU é o principal motivo pelo qual as mulheres escolhem a cesariana, conforme publica a equipe na revista Obstetrics & Gynecology. Os autores estudaram 330 mulheres: 189 tinham tido um parto vaginal e 141, cesariana. Todas responderam o Questionário Curto sobre Incontinência Urinária cinco vezes durante o ano do pós-parto. A maioria das vezes, o grupo que tinha tido um parto vaginal era mais propenso a ter IU leve, IU por esforço e IU moderada a grave e percebeu que a IU interferia com as atividades cotidianas aos cinco dias do parto e entre a quarta e a sexta semana do pós-parto. Ao ano, 40,2% das mulheres que tinham tido um parto vaginal tinha incontinência leve, comparado com 25,4% das que tinham tido uma cesariana.

 

Mas a percentagem de ambos os grupos com IU moderada a grave era similar (8%). Embora o risco de IU diminuiria com a cesariana, Rortveit disse que "a cirurgia não é a solução do problema porque tem outros efeitos negativos e a maioria das mulheres que têm um parto vaginal não sofrem de IU. Além disso, terá que assinalar que a prevalência da incontinência moderada e grave não aumentou ao ano nas participantes que tinham tido um parto vaginal, o que outros estudos já tinham demonstrado". Acrescentou: "Considero que os resultados sobre a interferência nas atividades diárias são difíceis de interpretar. Os autores não explicam muito como obtiveram e analisaram os dados. Se levarmos em conta a quantidade de participantes, não terei que insistir muito com estes resultados."

 

Referências: Obstetrics & Gynecology, março de 2014. Fonte: Reuters

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Fale com o doutor: amaralgennari@ig.com.br

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© 2014 por Carlos Eduardo Gennari.